O milho é um dos alimentos mais antigos da história da humanidade. Mas, atualmente, no Brasil, a maior parte da sua produção é destinada ao consumo animal. Apenas cerca de 15% é para o consumo humano. A quantidade, que pode parecer bastante baixa, porém, ainda é motivo de preocupação. Isso porque o milho, em sua produção, é modificado e um artigo publicado no International Journal of Biological Sciences mostrou que o consumo da semente modificada tem efeitos negativos principalmente sobre fígado e rim, órgãos ligados à eliminação de impurezas. Embora as propriedades nutricionais do milho sejam mantidas, o estudo francês revelou que os grãos do milho transgênico apontam claros sinais de toxidade.

O biólogo molecular Gilles-Eric Séralini e sua equipe puderam divulgar a pesquisa depois que uma decisão judicial obrigou a Monsanto (líder mundial em venenos e transgênicos) revelar sua própria análise dos grãos que manteve em sigilo impedindo que a informação se tornasse pública. Vamos ao resultado:

Sabendo disso, esses 15% consumidos pelos humanos se torna uma real ameaça porque, os que não são vegetarianos nem veganos, consomem muito o produto, ainda que indiretamente, pela alimentação de animais.
O ideal, então, é evitar ao máximo o consumo desse produto, já que a carga tóxica presente nos animais alimentados com transgênicos é alta.

Fonte: Victor Sorrentino

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