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Como são feitas as batatas fritas de fast foods

As batatas fritas de fast foods têm fãs espalhados por todo o mundo. E quase sempre o argumento é o mesmo: “é uma batata diferente, nunca conseguimos fazer igual em casa”. E você já parou para pensar em como elas são feitas? Quais os ingredientes que elas levam? A preparação dessas comidas rápidas já foi tema de documentários, infinitas reportagens e vez ou outra volta à tona pela curiosidade das pessoas.

O processo de produção

Entre polêmicas que as batatas fritas de fast foods levam carne durante o processo de produção para estimular o consumo dos hambúrgueres estão ingredientes para lá de calóricos e agressivos. Em algumas redes, por exemplo, já está comprovado que a produção das batatas leva aditivos derivados de petróleo. Sendo um deles o dimetil polissiloxano, um silicone não tóxico que evita a formação de espuma durante a fritura e o outro o butil hidroquinona, um antioxidante utilizado como conservante. Esse último ingrediente, porém, tem limite fixado por órgãos reguladores. Tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, a quantidade não pode ultrapassar 0,02% do total de óleo ou gordura do alimento. Já em outros países, como Japão e Cananá, por exemplo, a substância é totalmente proibida, pois já foi relacionado em estudos o consumo do antioxidante com casos de câncer.

Para saber outros ingredientes utilizados por uma famosa rede de fast foods, clique aqui.

Malefícios

Em 2004, Morgan Spurlock, um cineasta independente dos Estados Unidos da América, escreveu, produziu, dirigiu e protagonizou um documentário chamado Super Size Me – A dieta do palhaço. No filme, o cineasta segue uma dieta de 30 dias durante os quais se alimenta três vezes ao dia em uma famosa rede de fast foods. O filme documenta os efeitos que tem este estilo de vida na saúde física e psicológica, e explora a influência das indústrias da comida rápida. Além de ter ganhado mais de 10 kg, ao final, Spurlock foi constatado com sobrepeso, já que o índice de massa corporal saiu da faixa saudável, experimentou mudanças de humor, disfunção sexual, palpitações no coração e também dano no fígado. Durante a produção do documentário, médicos que acompanhavam Spurlock aconselharam que ele interrompesse de imediato a experiência para evitar qualquer tipo de problema de saúde grave.

O documentário constata, então, que a alimentação em fast foods, na verdade, só produz uma sensação de saciedade e não nutri. Além de não haver nutrientes suficientes para a manutenção do bem estar do nosso organismo, a experiência resultou em possíveis problemas de saúde. Outros problemas, como aumento da taxa de colesterol e dos triglicerídeos, também podem ser resultado de uma alimentação rica em gordura.